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Happy Birthday Julia!


Gente! Hoje é um dia muito, muito, muito especial para uma das integrantes da equipe do BJ. Dia 10 de novembro de 1994, 9 meses e 22 dias depois de mim, nasceu a parceira mais linda do mundo, Júlia Berringer.

Gê - sim, nós somos gêmeas, ok? -, quero te desejar o aniversário mais feliz do mundo, que Deus te abençoe MUUUITO, muita felicidade, muito amor, muita paz, muito sucesso. Vai começando a pensar na decoração da nossa república de jornalistas do futuro, com direito a estantes e estantes de livros, filmes, cds e boxes de séries. Eu te amo, MUITO mesmo. Quando a gente se conheceu, eu não dava nada pela nossa amizade, nunca imaginaria que a gente ia ficar próximas assim, nem que a gente ia começar um blog juntas. Saiba que você pode contar comigo SEMPRE, mesmo que pelo msn. Estou aqui, para o que você precisar, nunca esquece disso! Te amo².

Aviso importante e urgente: Pegue a caixinha de lenços de papel antes de começar a ler.

Como tudo o que eu faço tem que ser mais elaborado, é claro que não ia ter SÓ o meu depoimento aqui, né?


"Bom, eu sei que o que possibilitou nos conhecermos foi uma paixão em comum, e a gente se fala pela net mas não se conhece pessoalmente, mas isso não importa, por que eu gosto de você, gosto de falar com vc, e te desejo um mundo em possibilidades, que você realize seus sonhos todos, e sempre acredite em você, e no seu potencial, que vc tenha a sua volta de pessoas que te amem e cuidem de você, que você tenha com quem contar sempre, e que Deus sempre esteja do seu lado te mostrando que mesmo quando as coisas estiverem difíceis, você vai superar. Espero que o dia de hoje se multiplique inúmeras vezes, e seja feliz hoje, e todo dia, por que todo dia é um presente que Deus te dá."
Mari Silva. (@_Mari)

"Júuuuu, estou aqui para te desejar um feliz aniversário e tudo de bom para sua vida, pois 
você é uma menina fofa, muuuito legal, engraçada e super incrível! E sei que sempre que precisar, você vai estar lá para me ajudar *-*
 Adorei mesmo te conhecer. Apesar de ser uma amizade virtual,
 considero você uma amiga e espero que continuemos assim e que um dia, quem sabe, a gente se encontre pessoalmente
pra gente falar dos babados, das séries, esmaltes e tudo mais! 
E obrigada por me aturar...
Enfim, FELIZ ANIVERSÁÁÁÁAÁRIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!! *-*"
Jéssica Marins (@JeehMarins)

Como eu gosto de dificultar as coisas, eu não pedi só para os nossos amigos virtuais me dizerem o que eles acham de você não. Dá só uma olhada em quem apareceu aqui...

"Oi minha linda ! Dessa vez isso aqui não haverá nem zuações e nem xingamentos... Hoje só vou dizer (ou tentar) tudo o que você significa pra mim.
Acho que dizer que você é uma irmã pra mim, e o amor que eu sinto por você, é maior que qualquer coisa, já está muito clichê. Hoje eu quero mais !
Hoje eu quero que você tente entender tudo o que se passa de verdade..
Começando pelo pior, os problemas, que eu odeio que  você passe por eles, mas é necessário para que você amadureça e tenha caráter! Porém, se você não sabe, você me tem na palma da sua mãe para fazer de mim o que quiser. Se quiser que eu seja um alicerce para te erguer nessas horas, eu serei, e se quiser que eu seja seu saco de pancadas para descontar tudo em mim, serei também. Não importa, querendo ou não, fisicamente ou não, estarei lá por você !
 Sabe aquela música " E se for pra falar de algo bom, eu sempre vou lembrar de você" ? Pois é... Eu lembro de você todas as vezes que eu ri demais. Mas não só nisso... lembro e quero agradecer por todas as vezes que eu chorei e você estava do meu lado, me dando seu ombro... Quero te agradecer por todos os risos, todos os choros, todas as conversas, todas as brigas, todas as brincadeiras, por ter nascido para me completar... quando você nasceu, eu nem sabia o que era vida, mas sabia que faltava algo, e era você !
Desejo toda felicidade do mundo para você, porque o resto, eu vou estar lá para conquistar junto com você ! E não tem jeito, eu grudei em você de uma forma que nada nem ninguém consegue separar.
Bom, a fácil da sua prima queria te dizer isso...
Eu te amo !"
Beatriz Leocata

"Minha querida Jujuba mais linda e doce do mundo!!!
Paaaaarabéns!!! Feliz aniversário!!!
E nesta data tão querida, desejo-te tudo que for do bom e do melhor!!! 
Muita alegria, conquistas, paz, amor, shows dos Jonas (haha), risadas,  boas amizades e tudo o que você quiser! Porque você merece! Mas juízo, hein? hahaha 
Júlia, eu sei que a nossa amizade não é mais a mesma desde que a gente saiu do Cândido... 
Mas... eu sei, que no fundo do meu coração, que bate muito bem, obrigada; que você continua essa pessoa carinhosa, amiga, conselheira, atenciosa, divertida, inteligente e que sempre me ofereceu um ombro nas horas que eu mais precisava...
Tenho muita honra de ter estado com você durante aqueles dois anos e que, apesar de curtos, foram o suficiente para eu conhecer a sua pessoa.  
Sinto muito por estar tão distante de você nesses últimos tempos, mas saiba que eu sinto muuuitas saudades de você e quando começo a lembrar de tudo que passamos juntos, vejo como a sua amizade é importante para mim e não me arrependeria nem um pouco de voltar no tempo e passar por tudo aquilo de novo!
E você pode sempre contar comigo, viu? Qualquer hora que você precisar de mim é só me chamar, que até com sinal de fumaça, eu consigo te achar e te ajudar!

Te Amo Júlia!!!

Beijos japônicos da sua japa!"
Laura Furukawa

Esse próximo foi um dos mais complicadinhos de conseguir (Thanks, Beatriz!)

"Há quase 13 anos atrás, uma criança meio inconsciente, olhou para o céu e viu uma estrela. Uma estrela cadente. Ela desejou e aconteceu. Ela ganhou uma irmãzinha.
Obrigada, é só isso que tenho a dizer. E repito : Obrigada! Obrigada por esses 12 anos que passei junto a ti. Obrigada por todas as broncas, sorrisos, risadas e lágrimas. Obrigada por me fazer quem eu sou. E ainda tenho muito o que aprender contigo.
Meu espelho, minha inspiração... poderia escrever o dia todo, mas vão começar a achar meloso e  tudo mais. E vou encerrar isto com 3 simples e belas palavras : OBRIGADA POR EXISTIR! "
Paula Berringer

Por último, mas não menos importante, uma pessoa que eu acho já apareceu nos agradecimentos de um dos seus posts daqui...


"Só 12 anos de amizade, quase nada.


Oi meu Jubsão, hoje você fica mais velha!
Que hoje seu dia possa ser o mais lindo de todos, com toda a felicidade do mundo e sempre perto das pessoas que te querem bem.  E que em todos os momentos você carregue um sorriso em seu rosto.
Desejo que você alcance todos os seus sonhos e objetivos. Que você sempre tenha paz, amor, saúde, alegrias na vida... E que continue assim, linda do jeito que é, por dentro e por fora.
E mesmo você já estando velha, caduca e tudo mais, eu te amo. E não é pouco, não.
Você é muito especial pra mim. Afinal, ao longo dos anos, fomos acumulando tantas histórias, tantas dificuldades, tanta superação, tanto amor e amizade que às vezes nem sei ao certo em que momento você entrou na minha vida.

Mas cada momento que passei com você, cada risada, cada hora de aula, cada ataque de loucura, cada ataque de sono, cada briguinha de brincadeira, todos os momentos, serão eternos no meu coração.
Não quero perder o contato com você nunca, nunca! Por mais que seja difícil a gente prosseguir com a amizade, por causa da distância, ela não vai acabar!
Até por que com quem mais eu vou chorar ao assistir os filmes do Harry Potter?! Com quem mais vou tirar minhas dúvidas sobre tecnologias?! Com quem mais vou dividir a descoberta de livros, filmes e músicas novas?! Com quem mais eu vou falar do Özil, do Depp, do Kellan, do Leifert?! Com quem mais?! Tem coisas que só são com você. E é por isso que em você descobri mais que uma amiga, descobri uma irmã.
"Eu sei que o futuro é assustador. Sei que o mundo pode ser ameaçador. Mas você deve saber que às vezes quando as coisas parecem mais desesperadas, pessoas encontram você, a ajuda está lá fora. E você não estará sozinho."
                                                                                                           One Tree Hill
Um dia você me disse que estaria comigo no futuro assustador. Saiba que eu também estarei com você!
Obrigada por TUDO. Por me apoiar e estar do meu lado nesses quase 11/12 anos (nunca fui boa de contas, você sabe). Enfim, obrigada por ser minha amiga! E que venham mais 12 anos de amizade, e mais 12, e ai vamos as duas caducar de vez UAHAUHSUSU.
Parabéns pelo seu dia! Te amo muito s2
Beijos da sua gêmula Thais Berringer."
Thais Silva

E aí Gê, gostou da surpresa? Era para ter váários depoimentos além desses, mas foram esses que eu consegui. Eu te amo, muito mesmo, não esquece, ok? 

Ah, Beatriz e Thais, FINALMENTE, a gente pode se adicionar no Facebook. E muito, muito obrigada mesmo pela ajuda! 

Gê, queridos e lindos leitores beijo da Pequena Sereia. 


Momento Pipoca: (500) days of Summer


"Essa é a história do garoto que encontra a menina. Mas você deve saber que essa não é uma história de amor."

Sabe aquele filme que você assistiu muitas vezes, e mesmo assim não enjoa? E aquele dia em que você tá meio pra baixo e acaba se vendo dentro da sessão de dvds de uma loja com dinheiro na carteira? Some esses fatores e você vai chegar ao dia em que eu compre '(500) dias com ela'. Eu estava meio triste, e me deparei com um dos meus filmes preferidos em promoção nas Lojas Americanas, no intervalo do curso num dia em que eu estava sozinha.

Acredito que a maioria dos leitores do BJ já assistiram a esse filme, mas vale repetir a história para quem não viu.

O filme conta a história de Tom Hansen - MEU Joseph Gordon-Levitt -, um escritor de cartões que leva um fora da 'namorada', Summer, e vai relembrando os dias que passou com ela para tentar encontrar o motivo para o término repentino. Acontece que, desde o divórcio dos pais, Summer não acredita no amor, e Tom é completamente o contrário dela. Ele acredita que não vai ser completamente feliz até encontrar 'a garota'.

Adoro a relação do Tom com a irmã mais nova dele, Rachel, interpretada pela divinha Chlöe Moretz, na época, com 12 anos. Em diversos momentos do filme ela parece a adulta, e ele, o adolescente. Outra relação que também merece destaque é a de Tom com Paul e Mckenzie, seus melhores amigos. 

Não sei se já contei aqui, mas eu sou louca por trilhas sonoras. E a desse filme não fica para trás. De todas, as minha preferidas são 'Please, please, please, let me get what I want', do The Smiths - a banda favorita de Tom e Summer - e 'She's like the wind', na versão do Patrick Swayze (sim, aquele ator de Dirty Dancing).

O que eu aprendi no final dele? Que por mais que o verão seja quente e agradável, no final quando o calor fica insuportável e o que você mais quer é o outono, ele sempre chega. Se você já assistiu, com certeza entendeu minhas metáforas. 

"Tom finalmente aprendeu que não existem milagres. Não existem coisas como o destino. Nada está destinado a ser. Ele sabia. Ele tinha certeza disso agora."

Momento Pipoca: Sem Saída


Sim, eu assisti 'Abduction' ('Sem Saída') no cinema. Não perderia a oportunidade de ver o Taylor Lautner em seu primeiro filme depois de ter estourado com o papel de Jacob Black. E, tenho que dizer, acho que as empresas cinematográficas descobriram o astro dos filmes de ação da nossa geração.

O filme conta a história de Nathan Harper, um adolescente que, fazendo um trabalho da escola, descobre sua foto num site de crianças desaparecidas. Depois disso, Nathan descobre que toda sua vida foi uma farsa, que seus pais não são os biológicos, e que ele é procurado por um mafioso russo para servir de 'moeda de troca'. Achou pouco? O menino ainda vê as pessoas que o criaram morrerem e quase morre junto com sua vizinha-colega de classe-caso antigo, Karen, interpretada por Lily Collins (confesso que comecei a gostar dela depois desse filme).

Depois disso, no maior estilo 'Identidade Bourne', Nathan sai acompanhado de Karen numa busca por respostas sobre sua vida e sobre seus pais. Acontece que ele não 'sai' por livre e espontânea vontade. Ele é perseguido pelo tal mafioso russo e pela CIA, passando por cenas de luta num trem e por uma fuga de tirar o fôlego num estádio de futebol.

Como o próprio Taylor já disse, 'Abduction' é um filme que agrada a meninos e meninas, porque aborda bastante o lado da ação (sem efeitos especiais) e do típico romance adolescente. Taylor e Lily interpretaram muito bem os papeis principais. Ele mostrou que não é só 'Jacob Black' e ela, ao que parece, não vai ficar só no gênero 'mocinha delicada e sem sal'.

PS [1].: Taylor só teve uma cena sem camisa em 'Sem Saída'. Ele está bem. E sinceramente, ficou muito melhor do que nos filmes de 'Twilight' com todos aqueles efeitos aumentadores de músculos.
PS[2].: Karen, a personagem de Lily, sente fome nos momentos mais inapropriados. Eu ficaria de estômago vazio tranquilamente. (Se você já assistiu ao filme e é menina, vai me entender. Se não, espere e verás, kk)
PS[3].: Ultimamente eu tenho tido uma certa sorte com brindes do cinema. Dessa vez eu ganhei um mini pôster do filme, e quando abri, quase surtei. Ele era autografado. Aí a foto para vocês verem:


Por hoje é só babys. Enjoy.
Beijo da Pequena Sereia.

Momento Pipoca: Glee Live 3D


E na mesma semana em que a Júlia estava surtando com o Nick Jonas, eu estava contando os segundos para às 18:45 de terça feira, dia 20 de setembro. Sim, eu ia assistir Glee Live no dia de estreia da season 3 de Glee. Tudo bem, a Jú viu o Nick ao vivo, mas a minha emoção no cinema deve ter sido proporcional à dela.

Assisti o filme com duas amigas Gleeks, a Caroline e a Natascha. Eu já estava tensa antes mesmo da hora da sessão chegar. Passei o dia anterior e o início do dia 20 ouvindo Glee, cheguei no shopping uma hora e meia antes da sessão. Quando nós finalmente compramos os ingressos, eu comecei a tremer. Eu ia assistir ao filme do show que eu tanto quis ir, mas não fui porque a turnê não passou pelo Brasil. Conseguimos os melhores lugares, na última fileira. Entramos na sala, e surpreendentemente, ela estava vazia. Além de nós três, tinham mais umas 10 pessoas. Chegamos nos nossos lugares e percebemos que mais em baixo, havia um grupo de Gleeks beem animados, antes do filme começar uma menina já estava cantando 'you wanna be, you wanna be a loser like me'. "Preciso fazer amizade com essa menina', pensei na hora. Falamos com ela e ela disse que estava assistindo o filme pela segunda vez. Deveria ser mesmo MUITO bom.

A tela acendeu. Começaram os trailers. Meu coração começou a ser testado naquele instante. Passaram três trailers e dois deles foram literalmente arrancadores de fôlego para mim. 'Os Três Mosqueteiros' e 'Sem Saída'. Logan Lerman e Taylor Lautner. Em 3D. E eram só trailers. No final do terceiro deles, 'Sem Saída', a Carol teve um momento médium e falou: 'Luzes apagando em 3, 2, 1..." e as luzes apagaram. O filme começou.

No início, passaram depoimentos de alguns fãs que foram assistir aos shows. Três deles, tiveram sua história contada no decorrer do filme, mas eu confesso que não lembro o nome de nenhum deles, a emoção não deixou. A primeira música foi 'Don't stop believing'. Meu coração Gleek bateu a 1000. Eu e as meninas cantamos tudo. Eu me diferenciei por ter chorado nessa música. O efeito 3D dava a impressão de que eles estavam ali, cantando ao vivo. na nossa frente. Depois de 'Don't Stop Believing', 'Sing'. Mais uma que cantei desesperadamente. Quer dizer, com exceção de 'Ain't no Way' - porque quando a Amber Riley faz um solo, eu paro para ouvir -, eu cantei todas as músicas. Eu e as meninas. Nós éramos, com certeza as mais animadas do cinema.

As histórias dos fãs que foram contadas no decorrer do filme - um gay, uma anã e uma menina com Asperg -  foram só a cereja no bolo. Não vou contar as histórias deles aqui, é claro. Além disso, em alguns pedaços, eles encaixaram diálogos e falas dos personagens, em todo o jeito Glee de ser. O pedaço fail foi a dublagem. Para quem está acostumada a ouvir a voz do Darren Criss, ouvir outra completamente diferente por cima não é legal, mas é completamente ignorável.

Quando eu comecei a ouvir a introdução de 'Loser Like  Me', comecei a ficar triste, o fim estava próximo. Mesmo assim, cantei até ficar rouca. O final, para acabar de vez e eu sentir soluções lacrimosas nos meus olhos de novo foi com 'Somebody to Love', com direito a solo da diva Amber / Mercedes.

Saí do cinema anestesiada e querendo mais. Acho que se tivesse assistido esse show ao vivo teria infartado. Fizemos questão de tirar fotos ao lado do poster do filme, afinal, outro filme de Glee em 3D vai demorar a sair. Isso se sair. A minha foto é essa aí:


Sim, eu sou pequena! E uma 'loser' com MUITO orgulho. Depois disso, nós saímos pelo shopping feito três loucas, cantando as músicas, dançando pelos corredores sem ligar para as pessoas olhando. Afinal, essa é uma das primeiras coisas que um Gleek aprende. 'Seja você mesmo, não importa o que as pessoas vão pensar', no maior estilo 'baby, I was born this way' ♪.

Enfim, foi inesquecível. E, Gleeks do Rio de Janeiro, se preparem para brigar comigo no dia em que o dvd desse filme começar a ser vendido no Brasil. Preciso garantir que os meus filhos sintam o mesmo que eu.

Resenhando: Morte e Vida de Charlie St. Cloud


Título: Morte e Vida de Charlie St. Cloud
Autor: Ben Sherwood
Editora: Novo Conceito

"Confie em seu coração se os mares pegarem fogo. E viva pelo amor, embora as estrelas caminhem em direção oposta."

Bom, eu amo livros, e não consigo ficar sem ler algum. Porém, eu nunca tinha postado nenhuma resenha por aqui. Então eu resolvi tomar coragem e postar resenhas sobre alguns dos milhares de livros que eu já li, e pra começar por um dos meus livros preferidos: Morte e Vida de Charlie St. Cloud, do autor Ben Sherwood, que vejam só, é jornalista!

A primeira vez que vi falar neste livro foi através do filme. Eu estava procurando um bom filme para baixar e resolvi ler a sinopse, e gostei no primeiro instante. Eu sou daquele tipo de pessoa que não consegue ver um filme e depois ler o livro, eu tenho que ler o livro, e aí sim, ver o filme. E é lógico que eu sempre prefiro o livro, isso só não aconteceu uma única vez, quando eu gostei mais do filme Um Amor Para Recordar, do que do livro. O que é extremamente estranho, dando se o fato que eu sou eternamente e enlouquecidamente apaixonada pelo Nicholas Sparks.

Falando no Nicholas, Ben Sherwood pode muito bem ser considerado um autor do mesmo nível que o primeiro. Morte e Vida de Charlie St. Cloud me prendeu do início ao fim, e eu me peguei chorando no primeiro capítulo. E em um primeiro momento eu acreditei que tinha sido obra da TPM pela qual eu estava atravessando naquele momento. Mas essa teoria foi totalmente arruinada quando, algum tempo mais tarde, eu resolvi ler de novo o livro, e chorei mais uma vez.

O livro mexe principalmente com pessoas que tem irmãos, já que o protagonista Charlie perde seu irmão. Após um jogo de baiseball, Charlie (que na época tinha 15 anos), havia bebido, o que provocou um acidente de carro. Charlie e seu irmão, Sam, ficam entre a vida e a morte. Depois de ser reanimado, Charlie promete a Sam que nunca o abandonaria e o irmão mais novo, que morre.

E a promessa foi cumprida, porque Charlie ganha o incrível dom de ver, brincar, ouvir, tocar, e tudo mais com os mortos, e isso inclui seu irmão Sam. Durante os 13 anos que se passaram, depois do pôr-do-sol, os irmãos se encontram na clareira do cemitério para conversarem e jogarem beisebol. Para cumprir a sua promessa, Charlie torna-se o zelador do cemitério. E a sua vida se resumia somente a isso, até que Tess, uma aventureira que se preparava para velejar sozinha ao redor do mundo, aparece na vida de Charlie.

Charlie e Tess formam um casal e a ligação deles é muito forte. Até que Charlie descobre uma coisa que mudará completamente sua vida, em todos os sentidos. Mas é lógico que eu não vou contar o que é! Agora Charlie vai ter que escolher entre seu irmão e seu amor.

O livro é lindo, e eu totalmente recomendo. Como diria a Ariel: "esse livro ganhou cinco estrelinhas".

Confessions of a Shopaholic (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom)


Sabe quele filme que você sabe que vai ver, vai gostar e nunca consegue assistir? Quando você tenta pegar na locadora está alugado, quando vai passar na TV você esquece o horário. É, assim foi 'Confessions of a Shopaholic' para mim.

Na primeira vez que ouvi falar desse filme, quis assistir por causa das roupas, das bolsas e dos sapatos. Depois,descobri que a personagem principal, Rebecca Bloomwood, é uma jornalista. Aí eu pensei: "Jornalista + Consumista = Eu num futuro não tão distante". Passando no guia de canais da televisão esses dias, vi que ele ia passar, programei para assistir e não me arrependi de ter ficado acordada até 1 da manhã para isso.

Como já deu para perceber, Rebecca é completamente consumista. Por causa disso, ela fica endividada. Mas não é qualquer dívida não. Com todas as contas somadas, ela deve mais de 16 mil dólares. Para completar, ela tem um cobrador que vive no pé dela, a revista de jardinagem onde ela trabalhava faliu e ela perdeu o emprego dos sonhos numa revista de moda mega badalada. Acontece que, no caminho para essa entrevista, ela teve mais um surto de consumismo e, já endividada, ela comprou um lenço de 120 dólares. Melhor, ela recebeu ajuda de um completo estranho que estava na barraquinha de cachorro quente para conseguir o dinheiro todo. Mal sabia ela que, esse completo estranho seria seu futuro chefe, que a empregaria numa revista que fala de economia, mesmo que ela não entenda nada disso.

Acontece que, ela vira "A Moça do Lenço Verde", uma colunista de economia que não entende absolutamente nada do assunto e escreve para pessoas que também não entendem. Com o evoluir da história, ela vai se envolvendo com Luke, o editor da revista, mas ele não sabe que ela tem uma dívida imensa. No momento em que tudo está dando certo, o segredo dela é descoberto, Luke termina com ela, ela assume que tem obsessão por compras e, como em todo filme, consegue dar a volta por cima. Como? Vendendo todas as peças do guarda roupa dela. Doeu no meu coração assistir àquelas cenas, mesmo sabendo que tudo aquilo era só figurino da produção do filme. No final, tudo fica bem, todo mundo fica feliz, ela se 'cura' da obsessão por compras e consegue ter uma vida normal. É claro, ao lado do lindo do Luke.

O que eu aprendi com esse filme? A tomar muito cuidado com os cartões de crédito.
P.S. 1: Eu preciso de um lenço verde, AGORA.
P.S. 2: Não me importaria de encontrar um editor que nem o Hugh Dancy no meu futuro emprego. E que ele fosse solteiro e se apaixonasse por mim que nem o Luke. Sério. Ele é uma mistura de John Mayer com Orlando Bloom. Não tem como ser ruim.

Beijos!

Resenha: Os Treze Porquês, Jay Asher


Título: Os Treze Porquês
Autor: Jay Asher
Editora: Ática
Skoob

Esse livro foi uma experiência completamente diferente para mim. Primeiro: Eu não tinha ouvido falar nele até o momento em que li a primeira nota que dizia que ele ganhou uma versão pros cinemas e que quem interpretaria a personagem principal era a Selena Gomez (minha diiva.). Segundo: Eu procurei, procurei, procurei e pasmem, até hoje eu ainda não vi nenhum livro desse em lugar nenhum para vender. Tive que recorrer ao e-book. E terceiro: Foi o e-book mais rápido que eu li. Sério, o menor tempo em que eu li um livro em e-book foi provavelmente um mês. Esse eu li em uma semana. Ele é simplesmente incrível.

Conta a história de Clay Jensen, um adolescente normal que vê todas as suas perspectivas em relação às pessoas a sua volta mudarem quando chega da escola e percebe que tem uma caixa endereçada a ele e misteriosamente sem remetente. Nessa caixa, ele encontra sete fitas. As seis primeiras com números em seus dois lados, indo do um ao doze e a sétima com o número treze. Sem saber do que se tratavam as fitas, Clay coloca a primeira num antigo toca fitas que tinha perdido em sua garagem e se surpreende com a voz que sai dos alto falantes. "Olá meninos e meninas. Quem fala aqui é Hannah Baker. Ao vivo em estéreo." Era Hannah. A menina por quem Clay sempre foi apaixonado. A mesma menina que se matou algumas semanas antes de Clay receber esse pacote.

Nas fitas, Hannah vai contando e explicando em ordem, os motivos e as pessoas que a levaram ao suicídio. Como uma "avalanche", o primeiro acontecimento desencadeou o segundo, que desencadeou o terceiro a aí por diante. Ela conta histórias sobre um boato começado pro uma pessoa que desencadeou atitudes de outras que só confirmavam o boato falso.

Todas as 13 pessoas das fitas de Hannah tiveram a oportunidade de ajudá-la ou de não piorar a situação dela, mas nenhuma o fez. É claro que eles não tinham noção do que estava acontecendo com ela, mas isso não os faz menos culpados.

Me fez parar para pensar em atitudes que eu tomei que podem não ter parecido nada demais para mim, mas para outras pessoas, de repente foram a gota d'água. Acho que muita gente deveria ler esse livro para começar a calcular mais as consequências das suas atitudes. É uma história simplesmente incrível. Ninguém diria que é o primeiro livro do Jay Asher.

Dou 5 estrelinhas. (*****)