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Resenhando: A Ascensão dos Nove, Pittacus Lore

Nome: A Ascensão dos Nove
Autor: Pittacus Lore
Editora Intrínseca

Antes de encontrar John Smith, o Número Quatro, eu estava sozinha, lutando e me escondendo para continuar viva. Juntos, somos ainda mais poderosos. Mas isso só vai durar até precisarmos nos separar para localizar os outros. Fui até a Espanha em busca da Número Sete e encontrei mais do que esperava: um décimo membro da Garde, que conseguiu escapar vivo de Lorien. Ella é mais jovem que o restante de nós, mas igualmente corajosa. Agora estamos à procura dos outros — de John inclusive. 
Atenção: Se você ainda não leu o segundo volume da série, O Poder dos Seis, não leia esse post se não quiser spoilers do livro.

Que eu sou apaixonada pelos Legados de Lorien, vocês já sabem. Agora que esse livro, apesar de bem lento às vezes, foi o meu volume preferido da série, vocês ficam sabendo agora.

Strákus Ra agora está na Terra, e isso indica mais do que nunca que o confronto final está próximo. A Garde ainda não conseguiu se reunir completamente, mas está mais forte do que nunca. Número Seis está agora com Marina (Número Sete), Ella (Número 10) e Crayton (seu cêpan) em busca do Número Oito. Enquanto isso, Número Quatro e Número Nove estão fugindo dos Mogadorianos e ao mesmo tempo tentando encontrar os outros números.

Assim como em O Poder dos Seis o livro é narrado por mais de uma pessoa. Mas dessa vez, por Número Seis, Número Sete e pelo Numero Quatro. O livro traz cada capítulo em fonte diferente, mas não é necessário nenhum esforço pra saber quem está narrando, e Pittacus Lore deixa clara a individualidade de cada personagem.

Pra quem já leu Os Arquivos Perdidos — Os Legados do Número Nove, o personagem em si pode não parecer ser o mesmo. Nos Arquivos o Nove é um cara meio inseguro, e não totalmente bagunceiro e metido como na maioria das vezes é citado no terceiro livro da série. Mas como a maioria das pessoas inseguras, Nove se faz de garotão bonitão e fortão pra se esconder, e isso só me faz me apaixonar por ele ainda mais.

Agora o que me fez falta no livro, foi a número Cinco. Ou o número Cinco. Mas ainda acho que ela é uma menina, e mesmo antes de conhece-la, já me identifico. Não sei porque, mas já shipo Cinco e Nove. Me internem!

O livro ganhou 10 estrelinhas de 5. Porque foi muito melhor do que eu esperava. Sr. Lore, favor lançar a sequência logo, antes que eu tenha um colapso.


Resenhando: Os Arquivos Perdidos — Os Legados do Número Nove

Nome: Os Arquivos Perdidos — Os Legados do Número Nove
Autor: Pittacus Lore
Editora Intrínseca
Conhecemos o Número Nove aparece no final do livro O Poder dos Seis, quando John Smith (Número Quatro) foge do esconderijo dos mogadorianos e liberta o Número Nove. Nesse outro ebook complementar conhecemos um pouco mais da história do Garde mais sexy que existe.
Quando John o liberta de sua cela, em O Poder dos Seis, ele é feroz, irresponsável e pronto para lutar. Mas, ser mantido em cativeiro, muda uma pessoa, mesmo de Lorien. Veja como Nove era antes de sua captura, e leia, à partir de seu ponto de vista, sua dramática fuga. Em Os Arquivos Perdidos: Os Legados do Número Nove, descubra a história por trás do Nove. Antes de conhecer John Smith, também conhecido como Número Quatro, antes de ser preso, Nove foi caçar os Morgadorianos em Chicago, junto com seu Cêpan, Sandor. O que aconteceu lá mudaria Nove para sempre...
Número Nove morava em Chicago à cinco anos quando recebeu a primeira visita dos Mogadorianos. Seu Cêpan, Sandor, acreditava que o melhor jeito de se esconder era aos olhos de todos. E teria dado certo se o número Nove, conhecido no momento como Stanley Worthington, não tivesse se descuidado em sua corrida matinal. Sandor gostava de tecnologia, e no alto da torre onde moravam tinha de tudo, desde armas poderosas até armadilhas nos elevadores.

Sandor era um cara tão inteligente, então criou um IMog, um IPod modificado que podia rastrear e apontar presença de Mogadorianos.

Apesar de viver exilado, Número Nove conhece uma humana encantadora chama Linda Maddy. Ele começa a se envolver com o garota até que...Não vou contar! Só sei que vale muito a pena ler esses ebooks complementares. Eles ajudam você a entender muitas coisas, inclusive como o Número Nove foi capturado.

Pra terminar a resenha, digo somente uma coisa: Você, lorieno que está lendo isso, não confie em humanas atraentes. Nunca. Mulher não presta! Somente.

Resenhando: Os Arquivos Perdidos — Os Legados da Número Seis


Nome: Os Arquivos Perdidos — Os Legados da Número Seis
Autora: Pittacus Lore
Editora: Intrínseca
Skoob

Os Legados de Lorien se tornou muito rápido uma das minhas séries de livros preferidos, ali junto com Harry Potter, Jogos Vorazes e Percy Jackson. É fato que a série não é tão conhecida quanto as outras que eu citei, mas é igualmente maravilhosa. 

E eu, que morro de medo de aliens, me vejo agora totalmente apaixonada pelos sobreviventes do planeta Lorien, que foi destruído pelos Mogadorianos, também aliens. Agora, se vocês me perguntarem o porquê eu gosto tanto, eu responderei que é porque o livro te consome. Você não vê a hora de terminar um e poder ler o outro. E se desespera quando não tem mais um lançado.

Foi nesse desespero que achei e comprei esse E-Book. Quem já leu O Poder dos Seis, conhece brevemente a história da Número Seis e como os seus legados apareceram. Mas nesse livro curtinho (só tem 64 páginas) nós conhecemos mais à fundo e mais intimamente a protagonista.

Eu achei ótimo ter lido esse E-Book antes de começar a ler a sequência, A Ascensão dos Nove. Eu acho muito digno ter um livro desse contando como apareceu os legados de todos os número (exceto pelo número quatro e pela número sete, porque isso vem incluso no volume 1 e 2 da saga).

E termino essa resenha dizendo mais uma vez: James Frey e Jobie Hughes são gênios! 


Resenhando: O Poder dos Seis

Nome: O Poder dos Seis
Autora: Pittacus Lore
Editora: Intrínseca
Se eu já amei ler Eu Sou o Número Quatro não sei como descrever o que senti ao ler o segundo livro da série. O Poder dos Seis tem ação presente do início ao fim, e muitos mistérios.

O legal é que diferente do primeiro volume da saga, o segundo é narrado por duas pessoas: John (o número Quatro) e Marina (a número Sete), que ainda não havia sido citada em Eu sou o Número Quatro. Em cada capítulo é nítida a troca de narrador, e isso só deixa as coisas ainda mais interessantes.

No livro também conhecemos um pouco mais sobre a número Seis e sua Cêpan, já morta. John se divide também em relação à Sarah, e tem que lidar com sentimentos aflorando em relação à Seis.

Já Marina sofre porque sua Cêpan esqueceu aparentemente do que as trouxe à Terra.

O que mais gostei é que ele fugiu do romance que vimos em Eu sou o Número Quatro. Tem muita mais ação, muito mais luta. E tenho que confessar, estou meio cansada de romances água com açúcar. Certamente, a série Os Legados de Lorien só tem a crescer!

Resenhando: Delírio, Lauren Oliver

Nome: Delírio
 Autora: Lauren Oliver
 Editora: Intrínseca 

É o mais mortal de todos os males: você pode morrer de amor ou da falta dele.

Vontade de começar essa resenha com um palavrão. Mas não porque eu não gostei do livro, e sim porque sabe quando você tá tão feliz, mas tão feliz que só um palavrão expressa seu sentimento ? Então, foi assim que me senti quando terminei esse livro. 

Mas como o Being Journalists é um blog de família, não posso. Então vou tentar explicar o quanto eu gostei do livro só com palavras bonitas e delicadas. 
Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.
O livro é narrado por Lena, uma garota que está prestes a completar 18 anos, e não vê a hora de esse dia chegar. Não pra ter liberdade e fazer o que quiser, e sim porque finalmente vai ser curada. Mas antes de que esse dia chegue, ela acaba conhecendo Alex, um garoto com olhos cor de âmbar e pele morena. Não deu outra, e eles se apaixonaram.

No começo tudo foi lindo, mas quanto mais perto o dia da intervenção chegava, mais desesperada Lena ficava. 

Agora ela tem que decidir o que vai fazer da vida, se abaixa a cabeça e aceita a lei, ou se se entrega completamente ao amor. 

Eu adoro distopias, e esse livro com certeza é um dos meus preferidos. Terminei o livro com lágrimas nos olhos, e mal posso esperar para ler o próximo volume da trilogia, que se chama Pandemônio. O livro ainda não foi lançado em português, mas estou tão desesperada que penso em comprar ele em inglês mesmo.

O calor começa a correr por meu corpo, uma sensação pulsante, como se milhares de passarinhos tivessem sido soltos em meu peito. (…) Antes, Alex pareceu distante. Agora o lugar está cheio dele: tão próximo que não consigo respirar, não consigo me mover, falar ou pensar. Toda vez que seus dedos me tocam, o tempo parece parar por um segundo, como se pudesse se desfazer. O mundo inteiro está se desfazendo, concluo, exceto nós. Nós.
O problema é que mais uma vez, fiquei apaixonada por um personagem fictício. Quero um Alex pra mim. Não paro de pensar nele um só segundo, e se ele aparecesse por aqui seria mais fácil do que é pra ele e para Lena. Não tem opressão aqui em São Paulo, viu, Alex? 

O livro inteiro me deixou apaixonada. Principalmente o capítulo 14, qual me vi sentindo todos os sintomas de Amor Deliria Nervosa, mas sem a parte do sofrimento. Amém.

Pra terminar, mais um quote do livro: 

 Amor: uma única palavra, algo delicado, uma palavra que não é mais larga ou longa que uma lâmina. É o que ela é: uma lâmina, uma navalha. Ela corre pelo centro de sua vida, cortando tudo em duas partes. Antes e depois. O restante do mundo cai em ambos os lados.
    Antes e depois — e durante, um momento que não é mais largo ou longo que uma lâmina.


P.S.: A capa do livro é toda espelhada e linda, então não tem imagem de boa qualidade. Peguei a imagem do post desse flickr, todos os direitos são da guria dona dele.


Resenhando: Terra de Sombras - Alyson Noël


Nome: Terra de Sombras - Os Imortais #3
Autora: Alyson Noël
Editora: Intrínseca

Como começar uma resenha de uma série que você gosta muito, mas vai falar especificamente do pior livro da série?
É um grande dilema, mas é necessário passar por ele. Se você não leu Para Sempre e Lua Azul, pode haver spoiler desses livros aqui. No fim de Lua Azul nós somos jogados na grande situação: Damen e Ever não podem mais se tocar, um grande choque para todos e se você acha que esse livro vai continuar naquele ritmo do fim do 2º, está bem enganado. Aqui no começo parece que tudo corre muito lento, sem acréscimo algum na estória.
O ponto central desse livro é a busca de Ever em encontrar uma solução para o seu problema. Assim vão se enchendo várias páginas que não levam a lugar algum. Aí você se pergunta, mas o nome do livro tem algo a ver com a história? Sim, tem, mas muito pouco. Terra de Sombras é como o purgatório dos Imortais, vai parecer errado, mas os Imortais podem sim morrer nesse livro, e quando morrem são levado para esse lugar, uma terra onde só há escuridão e nada mais.
Corro para socorrê-lo, implorando a ele que aguente enquanto o ajudo a se libertar. Mas ele não consegue me ouvir. Não consegue me ver. Só continua a se debater até ficar exausto, tão desgastado pelo esforço em vão, que fecha os olhos e vai desaparecendo, despencando no abismo.A Terra de Sombras.Lar das almas perdidas.
Não concordo que o nome do livro seja esse, para mim poderia ser Livro das Sombras, pois ele apareceu muito mais na estória do que o próprio título. Esse livro é uma grande chance para Ever solucionar seu problema, ela o encontra na loja de Jude, um cara novo que chega para, supostamente, apimentar mais a relação Ever/Damen, mas, na minha opinião, não esquentou em nada, já que Damen nesse livro nem parece ser namorado da Ever. Sério, foi cansativo ficar lendo várias páginas dele falando sobre Carma e etc.
Outras personagens novas que surgem são as gêmeas, essas meninas são bem mais interessantes, pois elas tem um grande mistério e são bem desenvolvidas. Não sei porque, mas elas me lembraram as gêmeas que tinha no desenho Jake Long *alguém lembra?* Whatever.
(…)Mas o que eu quis dizer é que só porque algo acaba não quer dizer que seja ruim ou alguém esteja fadado a se magoar, ou que nem deveria ter começado, ou o que quer que seja. Porque, se cada passo no leva ao passo seguinte, como chegaríamos a algum lugar(…)
O meu personagem favorito, Roman, mal aparece na história, apenas em algumas cenas, que posso afirmar, são as melhores. Alyson podia ter investido muito mais nele, mas não, ela preferiu se aprofundar mais no triângulo amoroso, que tem uma história que não é de agora, se é que me entendem.
Resumo, o livro é bastante lento, com poucos acréscimos interessantes a estória e, assim como em Lua Azul, o final é angustiante e irritante, mas te faz querer saber o que vai acontecer depois e é assim que esse livro acaba.
Como toda a série já foi lançada no Brasil, e eu já li, posso dizer que o próximo livro é muito melhor e que vale a pena você passar por esse livro para ler o próximo. Insista na leitura porque juro que o final é bem bacana e não vai ter deixar decepcionado/a.

Especial: 22ª Bienal de São Paulo — 11/08


A Bienal é linda, e disso está todo mundo ciente. Dá pena de não conseguir ver tudo, mas aproveitei muito a manhã/tarde que passei lá. Comprei vários livros que eu queria! Além do que, encontrei (de longe :/) a Thaisy, aqui do blog. E uma das partes mais legais do meu dia foi poder ter conversado com a linda da Carolinha Munhóz, autora do livro 'O Inverno das Fadas' com resenha nesse link. Ela é mega simpática e carinhosa. Foi um prazer enorme poder ter encontrado com ela, e é lógico, tive que pegar um autógrafo! Ela não conseguindo ser menos que fofa, deu também alguns marcadores pra vocês, leitores. Então quem for ganhando promoções, vai ganhar um marcador do livro também. E tem mais coisa sobre ela no BJ, já já.

 
Falando em marcadores, isso foi o que não faltou pra mim! Todos os estandes em que eu entrava, eu pegava um marcador hehe. Eu adoro, como vocês podem ver na imagem abaixo (e tem marcador repetido que não saiu na foto).


Ganhei também esses bottons LINDOS, da Novo Conceito e da Autêntica. Amei.

Agora vamos ao que interessa: Os livros que eu comprei. Comprei o básico, ok, não tão básico assim...Mas eu me controlei muito e acabei comprando só 7 dos 24584296842973694 que eu desejo.


Eu sou o número quatro e O Poder dos seis são livros que eu já venho paquerando à séculos! Precisei comprar. Delírio também é outro que eu tava querendo muito, e eu sabia que a capa era linda, mas não tinha noção do quanto. É uma pena vocês não conseguirem ver na foto. Outro que tem a capa de morrer é Starters, eu li a resenha da Ariel, e precisei comprar. Deve ser muito bom! P.S. Eu te Amo é um dos filmes preferidos no mundo, e como o livro é sempre melhor que o filme, eu precisei comprar. Apaixonada por Palavras não precisa nem explicar né ? Minha irmã é apaixonada pelos livros da Paula, e esse parece ser lindo demais! Além do que, quem comprou na Bienal ganhou ele com autógrafo dentro. Amei!



Comprei também Sonhos, da Alyson Noël. Outro que deve ser ótimo hehe. Nem comecei a ler, mas já quero a sequência!


Comprei esse livro de aniversário pro meu irmão, e bom, eu vou ler também. Adoro esse filme. Beijo pra vocês que se fingem de cult mas também choraram vendo Carros 2.



Uma atração à parte são os estandes. Lindos demais e cheios de coisas legais! Um pouquinho do que eu achei mais legal:

A Leya tinha o trono de 'Guerra dos Tronos'

A 'Ediouro' colocou a rainha J.K. em destaque.

A Unipro tava toda banhada do Olimpo! Me apaixonei!

A Escala fez um estande pra revista Atrevida, lá tinha vários "artistas" pra você tirar foto.

A Novo Conceito colocou um livro de Starters gigante!

A V&R me conquistou com esse Greg gigante!


E tem muito mais coisa! Eu sei que a qualidade das fotos não está nada boa, mas o que vale é a intenção né ? Enfim, se você é de São Paulo, deveria mesmo visitar a Bienal, além de editoras famosas você vai encontrar muito mais coisa legal por lá, como por exemplo a ideia da Novatec Editora, de criar um Mangá que ensina! Isso mesmo! Pra você que nunca aprendeu física, química, matemática, e outras matérias, pode aprender lendo Mangá. Me diz se é, ou não é, o máximo ? Vou voltar lá no dia 19 de agosto se tudo der certo, e dar mais uma olhada, faço outro post pra vocês! Obrigada por terem lido essa bíblia hehe! Até a próxima.

Intrínseca revela data de lançamento e capas da trilogia “Cinquenta tons de cinza”

A editora de livros "Intrínseca" recentemente liberou as capas nacionais da trilogia “Cinquenta tons de cinza“, além de divulgar a data do lançamento do primeiro volume: 1º de agosto de 2012.



Estreia literária da inglesa E L James, a trilogia teve direitos de publicação adquiridos por 37 países em leilões disputadíssimos, vencido no Brasil pela Intrínseca. Os livros Cinquenta tons de cinza, Cinquenta tons mais escuros e Cinquenta tons de liberdade serão adaptados para o cinema pela Focus Features, da Universal Pictures — os direitos foram comprados por um valor recorde de US$5 milhões.
Recebido com entusiasmo pelos leitores estrangeiros e muito aguardado no Brasil, especialmente pelo público adulto feminino, Cinquenta tons de cinza terá tiragem inicial de 200 mil exemplares e lançamento simultâneo em e-book. A apimentada trilogia narra a relação entre uma recatada jovem de 22 anos, recém-egressa da universidade, e um enigmático (e atormentado) empresário. Estimulada a desafiar seus limites e preconceitos, Anastasia Steele contrapõe a irresistível atração que sente por Christian Grey — um bilionário muito charmoso, brilhante e, ao mesmo tempo, intimidante — às singulares exigências sexuais que ele impõe, a começar por um contrato assinado que permite a Grey o controle completo de sua vida.

Resenhando: Um Dia

Título: Um Dia
Autor: David Nicholls
Editora: Intrínseca

 Dex & Em, Em & Dex...

Quando vi a capa de Um Dia estampada na vitrine da Saraiva, pensei: EU PRECISO LER! 
E de fato, o livro superou as minhas expectativas.
Só pela sinopse e pelo autor (David Nicholls, GÊNIO ♥) sabia que ia amar a leitura, mas não sabia que adicionaria este à lista dos meus preferidos.

Um Dia conta a história de dois jovens, Emma e Dexter, que se conhecem no dia de sua formatura da universidade - 15 de julho de 1989. Após passarem a noite juntos, eles decidem ser "amigos" e prometem manter contato. O que eles não imaginavam é que a partir desse dia suas histórias estariam entrelaçadas para o resto de suas vidas. E, o próprio autor encarrega-se de contar, durante 20 anos (precisamente no mesmo dia) o que acontece com os respectivos personagens.

Emma Morley é do tipo de personagem com quem muitos vão se identificar: defensora dos seus ideais e com um senso de humor sarcástico, apesar de ser muito insegura. Inteligente e esforçada mentém o sonho de ser escritora. Mas carrega sempre o medo de não corresponder às expectativas de todo mundo e está sempre irritada com o fato de Dex nunca levar nada à sério.
Já Dexter Mayhew é o típico filhinho de papai alienado. Vive como se o mundo girasse ao seu redor e não se importa muito com os sentimentos dos outros. Porém, quando se diz respeito à Emma, sua personalidade simples vêm à tona. O que o intriga é que ela tem sempre essa postura de "não estar nem aí" pras suas idiotices, por mais que ele faça de tudo pra chamar sua atenção.
Pouco a pouco os dois vão descobrindo, um com o outro, um sentimento verdadeiro que vai além da amizade e que resiste à todos, ao tempo e à distância.

O livro sem dúvidas tem uma ótima narrativa que conta a história vista das duas perspectivas. E confesso: há muito tempo um livro não me fazia chorar e me identificar tanto quanto Um Dia.
O autor nos leva a pensar nas nossas escolhas, o que pensamos do futuro e naqueles que queremos por perto.
A única parte que me decepcionou um pouco foi o final que é completamente diferente do que eu esperava, mas mesmo assim o último capítulo torna a história ainda mais interessante e realista.
Vale muito à pena ler e mergulhar nessa história de amor, ódio, intrigas e amizades.


E aproveitando o tema...

Vale lembrar que o filme, baseado no livro, conta com a participação da fofa Anne Hathaway no papel de Emma, e o lindíssimo Jim Sturgess como Dexter, e estréia dia 2 de novembro aqui no Brasil *-*
Quer mais um motivo pra se apaixonar pela história?





“Foi um dia memorável, pois operou grandes mudanças em mim. Mas isso se dá com qualquer vida.
Imagine um dia especial na sua vida e pense como teria sido seu percurso sem ele. Faça uma pausa, você que está lendo, e pense na grande corrente de ferro, de ouro, de espinhos ou flores que jamais o teria prendido não fosse o encadeamento do primeiro elo em um dia memorável.” – Grandes Esperanças de Charles Dickens (citação do livro Um Dia)