Páginas

Mostrando postagens com marcador paula pimenta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paula pimenta. Mostrar todas as postagens

Resenhando: Apaixonada por palavras, Paula Pimenta

Apaixonada por palavras
Nome: Apaixonada por palavras
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Se você está com este livro em mãos e é uma pessoa com um mínimo de sensibilidade, existem duas únicas opções: ou já é apaixonada por Paula Pimenta ou irá se apaixonar. Na crônica-título deste livro, a autora se confessa apaixonada por palavras. O que a Paula não pode confessar, por modéstia ou timidez, é que ela é também apaixonante por meio das palavras. Não é preciso mais do que um parágrafo para que você seja arrebatado pelos encantos literários dela. Nos romances das séries "Fazendo meu filme" e "Minha vida fora de série", Paula encanta com o cotidiano de seus personagens. Já nas crônicas de "Apaixonada por palavras", o encantamento se dá pelo próprio dia-a-dia de Paula: sua família, seus amigos, seus sonhos, seus pensamentos, suas viagens, seus amores... suas paixões. Aqui a protagonista é a Paula. Aqui é o destino dela que conta e que se conta. Aqui nos identificamos com ela e torcemos por ela. Aqui nos apaixonamos não por um belo personagem inventado, mas por uma bela pessoa de carne, osso, alma e, claro, palavras.
Não há como concordar menos com o que Eduardo Loureiro Jr., editor do site Crônica do Dia, diz na orelha do livro Apaixonada por palavras.

Todos aqui no Being Journalists adoram a Paula, mesmo que não tenham lido todos os livros, assim como eu (estou no meio do processo, acredite!), sabemos que ela é cheia de simpatia, trata todo mundo com muito carinho e atenção, mas o que a maioria das pessoas não conhecem é o lado Paula da Paula.

Porque nós conhecemos a Paula pelo lado chorona da Fani, mas nesse livro de crônicas nós conhecemos a Paula Pimenta que chora "somente quando é necessário". Conhecemos a Paula apaixonada, a Paula muito humana, que sofre com de amor, sofre com a falta dele e sofre com a distância.

Não tem como não se identificar e/ou não concordar com o que ela escreveu nas crônicas. É como um diálogo fácil, daqueles que você tem com os seus amigos de longa data onde não se precisa nada mais que meias palavras, e você já entende e sente o que a pessoa quer dizer.

São 55 crônicas dividias por mês/ano, e em todas elas eu me apaixonei pelas palavras da Paula Pimenta. Sem contar que a capa é linda (nesse exato momento estou digitando com uma mão só porque a outra fica passando na capa toda hora porque ama os alto-relevos, sorry).

Terminar essa resenha não é tarefa fácil, mas só há um jeito de fazer isso dignamente: Colocando um dos meus quotes preferidos do livro aqui, só pra mostrar o quão apaixonante Paula Pimenta é:

Mas por que eu sou tão viciada em palavras? Por ter crescido lendo enquanto minhas amigas brincavam de pique-esconde? Por minha primeira paixão ter sido o Cebolinha, nos gibis da Turma da Mônica? Por amar poesia desde que nasci? Não sei. O fato é que me desperta curiosidade quem sabe escrever o que pensa.


Resenhando: Fazendo Meu Filme 4 - Fani em Busca do Final Feliz


Nome: Fazendo Meu Filme 4 - Fani em Busca do Final Feliz
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutemberg

if we were a movie, you'd be the right guy, and i'd be the best friend if you fall in love with... ♪

*TEARS, TEARS AND MORE TEARS* É assim que eu resumo minha reação ao ler o último livro da "vida" de Fani. Valeu cada hora que eu passei na fila, pra tentar conseguir o autógrafo da fofa da Paula, que já até deu uma entrevista pro BJ. (Se ainda não viu a entrevista, clica aqui!)
E agora, com sentimento de órfã e cheia de saudades por saber que um ciclo se fechou, tenho a difícil missão de tentar resumir - sem muitos spoilers - a história que me fez rir, chorar, me emocionar, passar madrugadas acordada e querer que durasse pra sempre!

As melhores e mais loucas companheiras de fila que alguém poderia querer! Da esquerda pra direita, Sabrina, do All Star e Jeans, eu, Fernanda, Eveline e Natascha, do Sinto, logo escrevo.

Em FMF4, Fani está na melhor fase da sua vida. Passaram-se cinco anos desde que foi pra Los Angeles. Ela cresceu, amadureceu, conheceu gente nova... sem contar da maior realização de sua vida: a conclusão de um 'projeto de faculdade', seu primeiro filme de verdade! Apesar disso, jamais esqueceu seu primeiro e único amor, Leo, que agora é um Jornalista formado e que também vive uma fase mais que incrível no Brasil, mesmo lembrando sempre daquela garota que adorava filmes de amorzinho.
O que eles não sabiam é que, por obra do destino, suas vidas permaneciam interligadas.

A cada capítulo vemos as cartas que Fani escreve pro Leo, sem nunca ter tido a coragem pra enviar. E também as conhecidas frases de filme, e as músicas. Complementos perfeitos que encheram o livro de momentos que, certamente, deveriam ser congelados na vida real. (Fãs de Harry Potter e Jogos Vorazes, preparem-se pra se apaixonar pelos livros).
Os flash backs, outra surpresa à parte, são de tirar o fôlego. Cada página te faz querer mais e os personagens, tanto os conhecidos, quanto os  novos - Cecília, Alejandro, Marcinha, Danilo - conseguiram tornar cada parágrafo mais emocionante, nessa busca dos protagonistas pelo tão sonhado final feliz.

Essa leitura me despertou tantas reações! Eu ri, chorei (sozinha, em público, em casa, na rua e até na faculdade!), sonhei, torci, me emocionei. A emoção era tanta que eu me sentia dentro do livro.

Às vezes eu era a Fani, e me perguntava como a Paula tinha esse poder de ler minha mente e transcrever tudo pro papel; outras vezes eu olhava o Leo e pensava 'Isso é totalmente o que eu faria'; e tinha vezes que eu dizia o que eu queria através da Gabi.
É incrível como a cada página eu descobria mais da história e, consequentemente, mais de mim.
Eu devorei cada página como se eu precisasse disso mais do que tudo e quando acabou eu só aprendi. Aprendi sobre amizade, sobre tempo, sobre amor...

É fácil demais se identificar com os personagens, suas histórias. E, tenho certeza de que vocês vão querer uma história como a da Fani, com um final perfeito e que, na minha humilde opinião, deveria virar um filme!

Ok, a resenha ficou grande, mas é que eu não tenho outro jeito pra descrever como a Paula conseguiu me fazer amar tanto essa mineirinha! rs

Se você ainda não leu os primeiros livros, corre pra ler! E se está como eu, inconsolável pelo fim do 'roteiro' de Fani, o jeito é matar as saudades em Minha Vida Fora de Série, que conta a história de Priscila, uma das melhores amigas dela, viciada em séries. (Se eu me identifiquei? Claro ou óbvio?).


"Eu lembro de cada momento com você, de cada sorriso, de cada brincadeira, lembro do jeito que você me chamava, do jeito que você fingia estar com raiva, de como nós eramos felizes. Hoje lembro da saudade que isso tudo deixa lembro de cada toque, lembro do nosso primeiro beijo. Guardo cada momento feliz no coração e choro,choro porque você se foi e só restou meras lembranças de quando meu sorriso era verdadeiro. Mesmo sem estar ao seu lado eu só quero a sua felicidade independente de com quem seja!"



Resenhando: Minha Vida Fora de Série - 1ª temporada, Paula Pimenta



Nome: Minha Vida Fora de Série, 1ª temporada
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutemberg

Que eu sou super hiper mega ultra fã da Paula Pimenta todos vocês já devem saber. Fazendo Meu Filme é quase um oráculo para mim e para as minhas amigas. Por isso mesmo eu decidi começar Minha Vida Fora de Série, a segunda série da Paula, depois que terminei Fazendo Meu Filme e li o final feliz da Fani e do Leo. Acho que essa foi a razão pela qual achei tão engraçado ler MVFS, porque no fim de FMF, todos os personagens que nós acompanhamos já estavam adultos... E no início de MVFS, eles voltam a ter 13, 14 anos para outra história ser contada, a de Priscila e Rodrigo, melhores amigos de Fani e Leo. Pode-se dizer que MVFS é quase um spin-off de FMF, mas é muito melhor que um spin-off comum, que depende da história principal para acontecer. Esse tem início, meio e eu espero que o fim não esteja próximo.

A história é contada sob o ponto de vista de Priscila, uma menina de 13 anos que acabou de se mudar de São Paulo para Belo Horizonte por causa do divórcio dos pais. No seu aniversário, ela ganha o box com a primeira temporada de Gilmore Girls de presente de sua prima Marina e instantaneamente se vicia em séries. Nosprimeiros dias na cidade nova, ela começa a sair com Marina e as amigas dela antes das férias terminarem. No clube, ela conhece um menino mais velho, Marcelo, e logo se interessa. Mas desiste do menino quando descobre que ele não é nada do que ela pensava e que de bonito, Marcelo só tem o exterior. Ao contrário de Rodrigo, que é super fofo, educado, romântico, tímido e gosta das mesmas coisas que ela. Mas pode-se dizer que Marcelo não é do tipo de menino que costuma levar um fora... E quando leva não deixa por menos.

A narrativa de Priscila é tranquila e nada cansativa. Paula conseguiu transmitir a inocência de uma menina de 13 anos sem exagerar na ingenuidade e sem deixar a protagonista infantil demais. O início de relacionamento de Priscila e Rodrigo – depois da fase turbulenta – foi a coisa mais fofa de se ler. A descoberta do primeiro amor da forma que foi retratada me fez, num primeiro momento, querer voltar a ter treze anos e viver tudo isso de novo. Mas como a Paula mesmo diz – e me ensinou – que não há história melhor que a nossa própria, eu mudei de idéia.

Meus destaques vão para a Samantha, a cunhada liberal e experiente de Priscila e para as frases de série de abertura dos capítulos, uma melhor que a outra! E não é que eu, seriaholic assumida, fiquei com vontade de assistir Wonder Years por causa da Priscila?

PS: Vale a pena aprender a puxar a cordinha!

“Uma das melhores coisas da vida são as surpresas que aparecem em nosso caminho. Quando eu cheguei a BH, quase seis meses atrás, eu nem imaginava o que vinha pela frente. Mas, certamente, eu não esperava que fosse me apaixonar. Eu não imaginava que, em um dia comum, exatamente como esse, eu encontraria alguém tão especial. E ele mudou tudo. Mudou minha direção. Meu jeito de pensar. Minha visão do mundo. Minha vida inteira.”


Resenhando: Fazendo meu Filme — A estreia de Fani, Paula Pimenta

Título: Fazendo meu Filme — A estreia de Fani
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Skoob

A Ariel já tinha me falado da Paula várias vezes, mas eu nunca tinha lido nenhum livro dela. Então, em um passeio pelo livraria, eu estava tentando introduzir minha irmã ao universo literário, então eu mostrei alguns livros que eu achava que ela ia gostar, Meg Cabot, Thalita Rebouças, e claro, Paula Pimenta. A Paula adorou a capa do livro da xará dela, e contrariando todo aquela ditado que você não deve nunca julgar um livro pela capa, minha irmã devorou o livro em menos de uma semana. E assim eu fiz também.

Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. “Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.

Poucas vezes um livro de escritor brasileiro me conquistou tão rápido e tão fortemente quanto esse livro fez. A Paula tem o poder de te atrair até o final do livro, sem parar. Você sempre acaba um capítulo com um gostinho de quero mais, então você lê mais, e mais um, e mais um. Quando você se da conta, você já está na última página e querendo ler o próximo da série FMF.

As inseguranças e os romances de toda uma vida adolescente se refletem em meio a confusão que a vida de Fani começa a se tornar quando além de ter que lidar com a pressão dos pais, a escola, uma briga com seu melhor amigo e uma queda por seu professor, ainda tem que se preparar para uma viajem que vai mudar o rumo da sua história.

O primeiro volume de FMF fala principalmente sobre se arriscar, se jogar em um mar de inseguranças pra que finalmente, você possa alcançar seu objetivo. E quem sabe, se as coisas não saírem como o planejado, elas podem se transformar em situações melhores ainda ?



Entrevistando: Paula Pimenta!



Ela é linda, fofa e uma das escritoras que anada fazendo a cabeça de jovens, crianças e adultos. Sim, ela é Paula Pimenta, uma mineirinha sonhadora, que se tornou nada mais, nada menos do que uma das preferidas do universo teen com o sucesso de Fazendo o Meu Filme.

Seguia a Paula no twitter e no facebook e acabei falando com ela (que me respondeu suuuuper bem) sobre a possibilidade de entrevistá-la para o blog. E mesmo estando  ocupada - ela está escrevendo o quarto livro da série! - ela topou falar conosco e responder umas perguntinhas pra gente. Ebaaaa *-*

Então vamos ao que interessa!

Being Journalists - Bom, acho que sempre fazem essa pergunta, rs. Mas qual foi sua inspiração pra escrever FMF?

Paula Pimenta - No começo, tirei muita coisa da minha própria vida para colocar no livro 1º, a experiência do intercâmbio, a paixão pelo melhor amigo, pelo professor, as duas melhores amigas, os bilhetinhos... tudo foi inspirado na minha própria história, embora eu não tenha vivenciado esses acontecimentos da mesma forma que a Fani. Aos poucos, fui dando outro rumo para o livro, fui desvinculando a história da Fani da minha, e, de repente, deixou de ser a minha vida e se transformou na dela.

BJ - E você achou que iria fazer tanto sucesso com os livros?

PP - Não esperava de jeito nenhum. Quando “Fazendo meu filme 1” foi lançado, eu nem de longe imaginava que ele passaria da 1ª edição. Estamos indo pra 8ª edição de “Fazendo meu filme 1”, mais de 50 mil livros vendidos, mas ainda hoje eu me alegro com cada elogio, cada e-mail, cada scrap, cada recadinho no twitter… E – como no primeiro livro – ainda fico ansiosa antes do lançamento dos livros novos, com medo de que as pessoas não gostem…

BJ -  Qual foi a sua reação ao ver algum desconhecido lendo um de seus livros?

PP - Quando comecei a receber e-mails de leitores que eu nem conhecia, elogiando e pedindo a continuação, eu fiquei muito feliz, saí mostrando pra todo mundo, imprimi, guardei… Aos poucos os e-mails começaram a ser uma realidade diária e eu percebi que realmente o livro estava se popularizando.

BJ - E quando você despertou essa vontade de escrever? Sempre foi seu sonho?

PP - Quando criança eu queria ser escritora, mas eu queria também ser cantora, veterinária, repórter... Ainda bem que pelo menos um dos meus sonhos se realizou!

BJ - Que FMF é liiiiindo, isso é um fato. O que esperar então de 'Minha Vida Fora de Série'?

PP - Minha vida fora de série conta a história da Priscila, uma garota de 13 anos que tem que mudar de cidade por causa da separação dos pais. Ela tem que fazer novos amigos, começar em um novo colégio e no começo sofre com a adaptação, mas aos poucos descobre que o que importa não é o lugar e sim as pessoas que moram nele. O livro é passado no mesmo universo ficcional de Fazendo meu filme, então pra quem gosta da série, vai gostar de acompanhar os nossos personagens já conhecidos mais novinhos!

BJ - Na sua opinião, porque é tão fácil se identificar com seus livros?

PP - Porque os personagens são pessoas comuns. Eles são “reais”, não tem superpoderes, levam uma vida como a nossa. Os problemas deles estão ligados a amores, família, escola... Então a identificação é mais fácil.

BJ - E de onde surgiu essa paixão por cinema e música?

PP - Juro que não sei... mas acho que veio da infância. Meus pais sempre incentivaram a arte na minha casa, tenho costume de ouvir música desde novinha e minha mãe lia muito pra mim. Acho que veio daí, desse incentivo dos meus pais, como também o gosto pela leitura.

BJ - Qual dica você dá para os adolescentes que, assim como eu, um dia pretendem se tornar escritores?

PP - Em primeiro lugar, acho que é importante ler muito. Geralmente, quem gosta de ler e tem esse hábito, escreve bem. Devemos também escrever sobre o que gostamos, pois quando escrevemos com paixão, os leitores sentem isso. Escrever sobre o que realmente conhecemos é importante também. Ao escolher um tema, certifique-se que você domina o assunto, para não se perder no meio da história. Depois que
o livro estiver pronto, é preciso muita paciência e força de vontade pra procurar uma editora. Acho que esses são os passos fundamentais para quem quer escrever e publicar um livro.


BJ - Posso fazer um jogo rápido com você?

Um lugar? Meu quarto
Uma pessoa? Minha mãe
Um livro? Griffin & Sabine (Nick Bantock)
Uma mania? Internet
Quente ou frio? Depende...
Dia ou noite? Noite
Se pudesse ser outra pessoa seria... Acho que eu não queria ser outra pessoa, gosto de quem eu sou...
Se pudesse escolher qualquer lugar do mundo pra estar... Nesse momento adoraria estar na Disney! :)
A Paula é... sonhadora, perfeccionista, dramática, louca por animais e muito apaixonada.
Uma frase que te descreve? “Nenhum filme é melhor do que a própria vida.”

Ela é ou não é uma fofa, gente? E, se tudo correr bem, vocês ainda vão ouvir falar muito da Paula aqui no blog! (Hum... ficaram curiosos não é? rsrs). Então é só aguardar porque será uma surpresa!
Beijinhos e até a próxima!